terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ficar muito tempo sentado dobra o risco de doenças, diz estudo!

O sedentarismo ainda é um dos grandes vilões da saúde. O risco de adquirir doenças cardíacas e diabetes pode dobrar só com o ato de ficar sentado durante muito tempo.

Segundo estudo realizado na Universidade de Leicester, na Inglaterra, essa relação é válida mesmo para aqueles que praticam atividade física frequente. A pesquisa foi publicada nesta semana no periódico Diabetologia, da Associação Europeia do Estudo do Diabetes. O estudo é uma análise de 18 outros estudos sobre o assunto que, ao todo, envolveram quase 800.000 participantes.

A conclusão é que os indivíduos que permanecem mais tempo sentados possuem o dobro das chances de terem diabetes. Já em relação ao risco de mortes por eventos cardiovasculares, o número chega a 90% e o risco de morte por outras causas, em 50%. Por isso, fiquem atentos á quantas horas do dia que passam sentados! Para reduzir esse risco, basta levantar da cadeira e dar uma volta pelo ambiente a cada 40 minutos.

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Pilates X Gravidez



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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Dicas e Cuidados com a sua COLUNA!!


Como proteger sua coluna:


• a melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;


• quando deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;

• evitar dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;

• ao levantar-se, vire-se de lado, apoie-se nos braços, levando as pernas para fora da cama;

• ao elevar um objeto pesado do chão, abaixar-se com as pernas flexionadas;

• usar um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o peso e a altura de cada pessoa;

• o travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;

• ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;

• ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, manter as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.

• ao realizar alguma atividade em pé, repouse alternadamente um dos pés sobre um objeto;

• procure posicionar ao seu alcance os objetos que esteja manuseando;

• ao dirigir horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;

• não carregar mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;

• ao caminhar, manter as costas retas, abdome contraído, olhar para a frente. O sapato deve ter salto de base larga e leve e no máximo 4 cm de altura;

• nas atividades domésticas, evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado;

• ao trabalhar agachado, flexione os joelhos e mantenha as costas retas.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

MITOS E VERDADES SOBRE A COLUNA VERTEBRAL!

Deformidades, dor, estalos, rigidez no pescoço, hérnia de disco, postura e má postura, escoliose e natação, coluna e fator emocional.


Motivos para consultar um profissional especializado em Coluna Vertebral?

A primeira consulta com um profissional especializado em coluna vertebral (Médico ou Fisioterapeuta) pode ser devido a duas situações:
1º - pela presença de dor.
No caso da dor ela é um sinal de que algo não esta bem com o nosso organismo. Pode ser por algum esforço físico (por exemplo, uma entorse da coluna), por lesão do disco intervertebral (hérnia de disco) ou até mesmo como manifestação de alguma doença sistêmica que pode comprometer a coluna vertebral (por exemplo, artrite reumatóide).
2º - por uma deformidade.
A deformidade pode ser observada pelo próprio paciente ou por um familiar que identifica alteração no nível dos ombros, da bacia ou da própria coluna. Em alguns casos ao vestir uma roupa nota-se que ela não fica com bom caimento. Em geral as deformidades podem ser posturais ou decorrentes de alguma alteração na coluna mesmo.
Rigidez no pescoço, e estalar com o movimento da cabeça, para direita e para esquerda, fortes zumbidos nos ouvidos.
Os sintomas de estalidos no pescoço acompanhados de zumbidos nos ouvidos são freqüentes nos pacientes que apresentam alterações osteoarticulares na coluna cervical. Eles podem estar ou não acompanhados de manifestações degenerativas na coluna. A rigidez do pescoço é provocada pelas manifestações de desgaste da cartilagem articular. Esses sintomas aparecem tanto em pessoas jovens como em idosos. Quando os sintomas aparecem aos 20 anos de idade as alterações ósseas nem sempre serão visíveis no exame radiográfico da coluna cervical. Em relação aos zumbidos podem estar relacionados com alterações circulatórias do ouvido. Um dos quadros clínicos mais freqüentes é a síndrome “cervicocefálica”. Em razão dos sintomas múltiplos o tratamento será com a atuação de vários profissionais da saúde entre eles os ortopedistas, otorrinolaringologistas, neurologistas e oftalmologistas.

Por quê acontece a ruptura dos discos intervertebrais?
Os discos intervertebrais são estruturas que se encontram localizada entre as vértebras. O disco é formado por um anel fibrocartilaginoso, uma estrutura gelatinosa que recebe o nome de núcleo polposo e muita água. A função do disco intervertebral é a de absorver e diminuir os impactos sobre as colunas vertebrais, provenientes das atividades físicas da vida diária. O anel fibroso normalmente mantém-se intacto nos esforços a que a coluna é submetida. Entretanto, o disco pode em determinadas situações sofrer um traumatismo ou mesmo um envelhecimento podendo ocorrer uma ruptura do anel fibroso e o núcleo polposo extravasar de seu local original, instalando-se o quadro de dor nas costas.
Qual a posição correta de equilíbrio da Coluna?

A posição correta de equilíbrio da coluna é a que predispõe nosso corpo a uma distribuição normal das pressões e que facilita a nossa movimentação.


Ao olharmos uma pessoa com uma postura correta ela deverá quando vista de frente estar com os ombros e a bacia nivelados com o chão, correspondendo à coluna a forma de um eixo retilíneo. Ao examinarmos uma pessoa de lado (perfil) ela apresentará curvaturas ditas fisiológicas (normais) que garantem a boa distribuição de pressão através dos discos intervertebrais. No perfil temos uma lordose cervical (convexidade posterior do pescoço), cifose dorsal (convexidade anterior do dorso), lordose lombar (convexidade anterior da região lombar), e uma cifose sacrococcígea (convexidade anterior da região do sacro e coccis). Quando ocorrer uma alteração na posição da coluna deveremos consultar um especialista para uma orientação mais especifica em relação à coluna vertebral
Qual a relação entre fator emocional e dor lombar?
A dor lombar é um sintoma muito freqüente e que altera as atividades diárias do paciente assim como as suas relações afetivas familiares e profissionais. A sensação de dor é única, pessoal e intransferível. Para comprovar a relação descrita na pergunta usam-se vários instrumentos que medem os diferentes tipos de alterações da personalidade. Um dos mais simples e amplamente usado chama-se de questionário SF-36 que mede a qualidade de vida do paciente com lombalgia (dor lombar) através de 10 perguntas. Deste modo podemos ter uma analise básica sobre o comportamento da dor e a sua interferência na qualidade de vida do paciente.
A má postura pode prejudicar a coluna? O que devo fazer para corrigir isso?
A má postura pode sim prejudicar o funcionamento da coluna vertebral. Olhando uma pessoa de frente a sua postura será nivelada, mas olhando de perfil (de lado) observaremos que existem curvaturas ditas fisiológicas: lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e cifose sacrococcígea. Sempre que ocorrer um exagero, uma retificação ou ate mesmo uma inversão dessas curvaturas teremos o que se chama de uma má postura. Nesta situação existe a necessidade de uma avaliação ortopédica. Se não existirem problemas estruturais uma atividade física orientada ensinara o paciente a ter uma postura correta nas atividades da vida diária resultando em um bem estar físico.
Alongar-se pela manhã pode aliviar dores nas costas?
O habito de realizar atividades físicas deve ser estimulado na vida das pessoas. A coluna vertebral por ser um eixo que se conecta com as demais estruturas ósseas necessita alem da integridade das vértebras a perfeita sintonia com os ligamentos e músculos visando movimentos amplos e sem dor. Em situações tais como doenças inflamatórias articulares, seqüelas de fraturas ou ate mesmo o ato de dormir em um colchão de má qualidade fará com que ao acordarmos tenhamos dores nas costas. Em relação ao ato de alongar-se ele é bem vindo e deve ser realizado não só ao acordar com antes e após qualquer atividade física.
Escoliose e natação
A natação não apresenta capacidade de corrigir uma escoliose porem é uma boa atividade física para manter a musculatura em condições e exercitar a respiração A escoliose é toda e qualquer deformidade lateral da coluna quando o paciente é examinado de frente. A escoliose tem diversas causas: neurológicas, congênitas, traumática e idiopática (sem um causa conhecida). Este é o tipo de escoliose a mais freqüente. Ao se falar em correção de escoliose devemos lembrar que ela só pode modificar a sua evolução durante o período de crescimento ósseo. Depois de encerrado o crescimento a escoliose não sofrerá nenhuma mudança em sua curvatura. Entre os tratamentos específicos para a escoliose, na fase de crescimento, incluem-se a observação médica, a realização de atividades físicas, o uso do colete ortopédico e inclusive o tratamento cirúrgico. Todos os métodos estão diretamente relacionados com o grau de curvatura da escoliose.
Quando a dor lombar se torna crônica?
A dor localizada na região lombar pode se tornar crônica se não intervirmos na eliminação ou atenuação dos problemas que desencadeiam a lombalgia. As situações que podem desencadear uma dor lombar são:
1-estiramentos na musculatura de suporte da coluna vertebral. Em geral essa situação ocorre quando a musculatura está mal condicionada para a pratica de atividades físicas, seja no esporte ou no trabalho A lesão do músculo ou ligamento ocorre rapidamente em situações de estresse muscular ou ligamentar e de um modo geral esta associada ao fumo, má condicionamento físico e à obesidade.
2- efeito do envelhecimento do corpo humano, basicamente, relacionado com a osteoporose, perda da flexibilidade e elasticidade dos músculos e ligamentos. O símbolo da osteoporose são as microfraturas na coluna vertebral que se exteriorizam na clinica por uma dor lombar crônica.
3- lesão do disco intervertebral, com o envelhecimento o disco intervertebral perde a sua resistência ocorrendo fissuras na sua periferia. Esta é uma das causas mais freqüentes de origem da lombalgia 

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domingo, 20 de maio de 2012

DOR NO CALCÂNEO!


A dor no calcâneo é um dos motivos mais freqüentes de atendimento ortopédico e pode ter várias causas, mas sem dúvidas a mais freqüente é a Fasceite Plantar, que é a inflamação da fascia plantar. A fascia plantar é uma aponeurose (tecido que recobre a musculatura) da planta do pé que se estende do calcâneo aos dedos. A Fasceíte Plantar ocorre principalmente dos 40 aos 50 anos de idade e é mais freqüente em mulheres do que em homens. O sobrepeso facilita o aparecimento dessa inflamação na fascia plantar.

O que é o Esporão do Calcâneo?
O esporão do calcâneo faz parte do quadro de Fasceíte Plantar e se caracteriza por um crescimento ósseo no calcâneo, mas é importante salientar que o esporão não ocorre na fascia plantar e sim no músculo flexor curto dos dedos, o qual é adjacente à fascia. Apenas 50% das pessoas com fasceíte tem esporão e 10% das pessoas sem dor no calcâneo também tem esporão, assim, via de regra, não há indicação de ressecção cirúrgica do esporão.

O que se sente?
O paciente com fasceíte apresenta dor na parte posterior plantar do pé. Esta dor ocorre principalmente nos primeiros passos quando o paciente levanta-se da cama pela manhã. Atividades esportivas ou ficar longos períodos em pé também causam dor importante.

Como se trata?
O tratamento inicial consiste em alongamento do tendão de Aquiles, alongamento da fascia plantar e uso de palmilha de silicone para calcanhar. A realização deste tratamento por 8 semanas deverá trazer benefício para 90 a 95% dos pacientes. Para aqueles que não responderam ao tratamento, existem duas opções: injeções de corticóide na fascia plantar e o uso do night splint, que é uma espécie de imobilizador de tornozelo que alonga a fascia plantar enquanto estamos dormindo. A cirurgia fica reservada para os 5% dos pacientes que não respondem a essas medidas não cirúrgicas.

Observação
Nem toda a dor no calcâneo é Fasceíte Plantar, portanto, principalmente os pacientes que não apresentam benefícios com o tratamento, devem ser avaliados para outras causas em potencial como, por exemplo, túnel tarsal, tendinite insercional do Aquiles e atrofia da gordura plantar do calcâneo.

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Calçados Esportivos: Dilema?



A corrida é um esporte que requer pouco investimento, bastam roupas confortáveis e um bom tênis. Por este motivo uma atenção especial deve ser dada ao tênis, principal instrumento para aqueles que desejam ingressar ou que já militam neste esporte. Portanto cuidado na escolha do calçado.

Cada tipo de pessoa precisa de um calçado específico. Na hora de escolher um tênis, é preciso ter em mente que, mais que beleza, marca e cor, o calçado deve prevenir lesões e controlar as sobrecargas no corpo.

O tênis desenvolvido para corrida tem, basicamente, duas funções: proteger os pés do esforço das corridas e permitir que o corredor desenvolva o máximo do seu potencial. Esse tipo de calçado é projetado para dispersar o impacto que o atleta recebe constantemente no calcanhar, quando os pés tocam no solo a cada passada. A força do impacto gerada por estes choques chegam até três vezes o peso do corredor, por isso o sistema de amortecimento deve ser muito eficiente. Outro fator indispensável é a flexibilidade na parte frontal do solado. Isso melhora a aderência, aumenta a sensibilidade e garante conforto.

Pisar certo não é para qualquer um. O número de pessoas supinadas (característica de pés cavos) e pronadoras (pés chatos) crescem na mesma proporção que a prática da caminhada.
São três os tipos de pé. Cada um deles tem as suas próprias características e, por isso, adapta-se a modelos que sejam compatíveis com essas características.

- Pé Normal (Neutro): Possui um arco de tamanho normal. Quando toca o solo, deixa impressa uma certa concavidade que liga o calcanhar e a parte dianteira dos pés. Caracteriza-se pelo apoio uniforme do pé no contato com o solo, não possuindo desvios nem para dentro e nem para fora.
- Pé Supinador: Possui um arco bastante acentuado, imprimindo no solo uma região estreita, que liga o calcanhar à parte da frente do pé. Forçam a parte externa do pé a suportar o peso do corpo no final de cada passada. Às vezes o arco é tão acentuado que a impressão fica sem ligação entre as duas partes. Geralmente os corredores com esta pisada também apresentam "geno varo" (joelhos curvos para fora). Este tipo de pé possui pouca ou nenhuma flexibilidade porque não prona o suficiente. Por isso, tem baixa eficiência natural de absorção de impactos. Os calçados mais indicados são os mais flexíveis e os que têm alto grau de amortecimento são ótimos porque induzem o pé ao movimento de pronação.

- Pé Pronador: Possui um pequeno arco, imprimindo no solo praticamente toda a sola do pé. Caracteriza-se pelo apoio da região medial do pé no contato com o solo. Apresenta um excesso de flexibilidade, causando instabilidade ao corredor. Geralmente os corredores com esta pisada também têm "geno valgo" (joelhos curvos para dentro) e podem sentir dores na parte medial do joelho. Quem tem pé chato precisa evitar calçados com alto grau de amortecimento, que reduzem ainda mais a estabilidade e o controle de movimentos. Com o passar do tempo, as pessoas com pé chato tendem a desenvolver processos inflamatórios (tendinites).

Aparelhos ou máquinas vem sendo utilizadas para avaliarem o tipo pé, mas estes resultados somente têm validade se acompanhados por profissionais especializados, pois são passíveis de erros, pois são apenas programas que necessitam de supervisão. Um erro na avaliação da necessidade de um tênis especial para o esporte pode resultar em um grande prejuízo financeiro e, depois de um certo tempo, pode também provocar dores ou algum tipo de problemas no pé ou tornozelo. O ideal é realizar uma avaliação biomecânica por um Fisioterapeuta especializado antes de iniciar as atividades, para que além do tipo de pé, outras possíveis alterações também sejam detectadas antes de iniciarem processos dolorosos e degenerativos.

Dicas para comprar um tênis:
- Ao escolhermos o tênis, devemos experimentar vários modelos e tamanhos.
- Utilize a meia ou o tipo de meia que você normalmente corre. Não se esqueça das meias. É um risco calçar um tênis sem as meias nos dias mais quentes. O uso de meias de algodão, não muito apertadas, poderá evitar uma possível lesão, além de dar mais conforto aos pés nas atividades físicas.
- A ponta do dedo nunca deve estar encostando na ponta do tênis, pois esta parte do tênis não cede. Especialista falam de uma distância entre 1 e 1,4 cm.
- As costuras do tênis não devem apertar ou ficar em cima de zonas que sofram muito atrito. 
- A parte de trás do tênis deve ser macia e sem costuras que possam causar bolhas.
- Na parte do calcanhar, o solado deve ter no mínimo 2cm para evitar os calos.
- Prefira os tênis mais leves. Os pesados ou duros demais podem prejudicar os músculos e articulações.
- O tênis mais caro, nem sempre é o melhor para você.
- Outro detalhe importante a dizer é que existem tênis para treino e para competições. Os de competições são geralmente muito leves, mas esta leveza sacrifica o amortecimento. Se você é um corredor alto e pesado, é desaconselhável que os utilize. Se você é leve e está visando uma melhora no seu tempo, vá em frente.
- Compre o calçado no fim da tarde; á noite os pés tendem a ficar mais inchados.
Fonte: Evaldo Darcy Bosio Filho - São Paulo/SP e Erodiana Freitas Naves - Belo Horizonte/MG.

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

MULHERES SÃO AS QUE SOFREM MAIS COM AS DORES NAS COSTAS!


A correria do dia a dia das mulheres geram dores, que vão de simples desconfortos a enfermidades incapacitantes. Segundo pesquisa, são elas as que mais reclamam de dores nas costas, principalmente as que estão acima de 45 anos. Mas, de onde vem esses sintomas? São vários os fatores que influenciam o aparecimento de problemas, levando a casos mais sérios. Vamos conferir quais são eles?
O uso de salto alto: o salto desalinha o eixo do corpo humano de vai da cabeça ao centro da bacia e, assim, sobrecarrega a coluna. Quanto mais alto o salto, mais o quadril se pronuncia para trás. Consequências: dores lombares e, se a exposição for diária, desgastes maiores e problemas mais graves no futuro, como hérnia de disco.
Tamanho dos seios: com o volume e o peso das mamas, o tórax se projeta para frente, desalinhando a coluna. Se for essa a causa da dor nas costas, é preciso fazer uma avaliação médica para verificar a necessidade de reforço muscular, uso de sutiãs adequados e até cirurgia de redução mamária ou adequação da prótese de silicone.
Obesidade e inatividade física: sem a prática de exercícios físicos, a pessoa tende a ganhar mais peso. O mal ainda pode estar relacionado a doenças como osteoporose, fibromialgia, artrite e artrose - patologias mais frequentes no sexo feminino. Nesses casos, é preciso ficar atenta para que a doença seja investigada e não apenas as dores sejam tratadas.
Estresse emocional: ele provoca tensão, contração muscular e descarga de substâncias nocivas que irritam a musculatura e provocam dor. 

Então, o que podemos fazer? Procurar um Fisioterapeuta Especializado (Osteopatia), praticar exercícios físicos, se alimentar corretamente, controlar o peso e diminuir o estresse são alguns fatores essenciais. 
Fonte: midianews.com.br

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

A importância da Fisioterapia no "Esporte"!!



Qualidade de vida e atividade física sempre caminharam juntas. Atualmente, as pessoas estão investindo cada vez mais em saúde e qualidade de vida por meio de diferentes práticas esportivas, dentre as quais podemos destacar as corridas de rua e as artes marciais (MMA). 

Nos últimos anos, houve um aumento significativo no número de pessoas que passaram a praticar MMA e correr, procurando combater os males de um cotidiano estressante e sedentário. Porém, esse aumento na prática esportiva sem controle levou à maior incidência de lesões, as chamadas esportivas, que podem levar essas pessoas ao afastamento de suas atividades cotidianas. Entre as lesões mais comuns, podemos destacar as cãibras, tendinites, lesões musculares, hematomas, luxações, fraturas, lombalgias e canelites.

Em meio a esse cenário, a Fisioterapia surge como uma grande aliada, atuando na prevenção e reabilitação dessas lesões, bem como, das diversas lesões e patologias que acometem o sistema músculo esquelético (Aparelho Locomotor). 

Dentre as funções do Fisioterapeuta Esportivo que atua com atletas de corrida por exemplo, podemos destacar o auxílio durante a fase de preparação, quando o Fisioterapeuta, trabalha em conjunto com o preparador físico e treinador do atleta, realizando trabalhos de avaliação e correções posturais, avaliações quanto ao tipo de pisada do atleta e dessa forma sugerir mudanças e indicação do calçado mais adequado. Pelo conhecimento de Anatomia, Biomecânica, Cinesioterapia e Propriocepção, serão realizados trabalhos preventivos de reequilíbrio muscular, a fim de reduzir os riscos de lesões e dores, além de também evitar problemas e dores durante o treinamento e a prova. 

Durante o evento esportivo o Fisioterapeuta vai assistir o atleta no que for necessário, auxiliando durante sua fase de aquecimento, e após a atividade, realizando desaquecimento, terapias para relaxamento muscular, e se necessário, alguma técnica Fisioterapêutica para dar início ao tratamento caso o atleta venha sentir alguma dor ou sofrer algum tipo de lesão.

Dica: Sempre que for participar de um evento esportivo procure a ajuda de uma equipe multidisciplinar com Médicos, Fisioterapeutas, Educadores Físicos e Nutricionistas. Esses profissionais em conjunto passarão todas as dicas necessárias para você conseguir todos seus objetivos esportivos com total segurança. 

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quarta-feira, 14 de março de 2012

ENTORSE DE TORNOZELO!!

O que é a entorse do tornozelo? 

A entorse de tornozelo é uma lesão que causa um estiramento ou ruptura de um ou mais ligamentos da articulação do tornozelo. Ligamentos são fortes faixas de tecido que conectam os ossos das articulações e uma de suas funções é restringir o movimento da articulação. 


As entorses podem ser classificados: graus I, II ou III, dependendo de sua gravidade:

• Entorse grau I: Dor, com dano mínimo ao ligamento.
• Entorse grau II: Porção maior do ligamento é danificada, que gera uma leve frouxidão da articulação.
• Entorse grau III: Ruptura completa do ligamento e a articulação fica bastante instável.

Como ocorre?

É gerada por uma virada forçada do tornozelo. Na maioria das entorses, o pé vira para dentro ou para baixo, causando uma lesão na parte externa do tornozelo.

Quais são os sintomas?
• Dor contínua e localizada, variando de suave a intensa e independente de descarga de peso,
• Edema,
• Equimose,
• Impossibilidade de movimentar o tornozelo.

Como é diagnosticada?

O médico revisará o mecanismo de lesão e examinará o tornozelo, levando em conta os sintomas. Podem ser pedidos Raios-X.

Como é tratada?
O tratamento pode incluir:

• Compressas de gelo sobre o tornozelo, por 8 minutos, seguidos de 3 minutos de pausa. Esse ciclo deve ser repetido até completar 30 minutos, por 3 ou 4 dias ou até que a dor desapareça. Sempre proteger a pele com um lenço ou outro pano, para evitar queimaduras.
• Elevação de tornozelo, colocando um travesseiro embaixo do pé.
• Uso de faixa elástica envolta no tornozelo, para evitar que o edema piore.
• Uso de tornozeleira.
• Uso de muletas, até que seja possível andar sem sentir dor.
• Uso de medicamento antiinflamatório ou analgésico, prescrito pelo médico.
• Fisioterapia.

Em alguns casos de entorses graves com instabilidade, a cirurgia é necessária, neste caso, o tornozelo ficará engessado por 4 a 8 semanas.

Por quanto tempo perdurarão os efeitos?
A duração da recuperação depende de alguns fatores:
• Idade.
• Saúde.
• Gravidade da lesão.
• Lesões prévias naquela articulação.


Quando retornar ao esporte ou atividade?
O objetivo da reabilitação é que o retorno do paciente ao esporte ou à atividade aconteça o mais breve e seguramente possível.

O retorno precoce poderá agravar a lesão, o que pode levar a um dano permanente. Todos se recuperam de lesões em velocidades diferentes e, por isso, para retornar ao esporte ou à atividade, não existe um tempo exato, mas quanto antes o médico e o fisioterapeuta for consultado, melhor.

O retorno ao esporte ou à atividade acontecerá, com segurança, quando os itens listados abaixo acontecerem, progressivamente:

• Possuir total arco de movimento do tornozelo lesionado, em comparação ao não lesionado.
• Possuir total força do tornozelo lesionado, em comparação ao não lesionado.
• Correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar.
• Correr a toda velocidade, em linha reta, sem sentir dor ou mancar.
• Puder fazer viradas bruscas, a 45º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade.
• Puder fazer o “8”, com 18 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a
total velocidade.
• Puder fazer viradas bruscas, a 90º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade.
• Puder fazer o “8”, com 9 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade.
• Puder pular com ambas as pernas e, depois, apenas com a perna lesionada, sem sentir dor.

Como prevenir a entorse do tornozelo?
• Usar sapatos apropriados e de tamanho ideal, durante o exercício.
• Alongar antes e depois de atividades atléticas ou de recreação.
• Evitar mudanças bruscas de posição e de direção.
• Enfaixar os tornozelos ou usar tornozeleiras durante esportes vigorosos, especialmente, se já houver uma lesão antiga.


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Saúde da Coluna!


A coluna vertebral é o eixo central do corpo. É exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos órgãos e outras partes do corpo ao cérebro.

Principais problemas e alterações da coluna vertebral:
  • Cifose: é também um desvio da coluna, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para a frente;
  • Lordose: desvio da coluna característico na região da bacia, causando uma curvatura exagerada no local;
  • Hérnia do disco intervertebral: a parte mais central do disco, que se localiza entre as vértebras, sai da estrutura da coluna, causando dores muito fortes e até mesmo paralisação dos movimentos;
  • Artrose: conhecida como bico-de-papagaio, é causada pelo atrito entre as vértebras. Depois de algum tempo, surge uma espécie de calcificação, que pode comprimir alguns vasos sanguíneos ou nervos.
  • Escoliose: a coluna se desvia para o lado, passando a apresentar uma deformidade; surge por causa da má postura, ao se usar por tempo prolongado um só lado do corpo.
Como proteger sua coluna:
  •  A melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
  • Quando deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
  • Evitar dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
  • Ao levantar-se, vire-se de lado, apoie-se nos braços, levando as pernas para fora da cama; 
  • Ao elevar um objeto pesado do chão, abaixar-se com as pernas flexionadas;
  • Usar um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o peso e a altura de cada pessoa;
  • O travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
  • Ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
  • Ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, manter as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
  • Ao realizar alguma atividade em pé, repouse alternadamente um dos pés sobre um objeto;
  • Procure posicionar ao seu alcance os objetos que esteja manuseando;
  • Ao dirigir horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;
  • Não carregar mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
  • Ao caminhar, manter as costas retas, abdome contraído, olhar para a frente. O sapato deve ter salto de base larga e leve e no máximo 4 cm de altura;
  • Nas atividades domésticas, evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado;
  • Ao trabalhar agachado, flexione os joelhos e mantenha as costas retas.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Estresse pode fazer o cérebro encolher!!


Estresse pode ser definido como (a) a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo (humano ou animal) superar determinadas exigências do meio-ambiente e (b) o desgaste físico e mental causado por esse processo.

O estresse pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de estresse persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.

Todo mundo sabe que o estresse causa dores de cabeça e insônia. Mas um estudo publicado na edição online da revista “Biological Psychiatry” sugere que ele também pode fazer o cérebro encolher.

Segundo a neurobióloga Rajita Sinha, autora da pesquisa, passar por momentos de tensão, como perder o ônibus, não tem nenhum impacto importante. Mas acontecimentos mais sérios, como a perda de um ente querido ou o fim de um relacionamento podem, sim, alterar a quantidade de massa cinzenta do cérebro.

O encolhimento, de acordo a pesquisadora da Universidade de Yale, ocorre mais em uma parte do córtex pré-frontal que regula as emoções, o autocontrole, a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. A alteração, portanto, pode servir como um “sinal vermelho” para doenças como hipertensão e transtornos psiquiátricos.

Sinha explica que as situações de estresse vividas hoje são mais complicadas que as experimentadas por nossos ancestrais. Tanto que o problema tem contribuído para o aumento da ocorrência de doenças crônicas.

A maioria dos estudos sobre o impacto do estresse no cérebro tinha como objeto de estudo pacientes com transtornos como dependência química ou ansiedade. Essas pesquisas já sinalizavam uma redução de volume no lobo frontal, considerado o centro do controle das emoções e da personalidade.Mas trabalhos sobre os efeitos cumulativos do estresse no cérebro de pessoas saudáveis, como o da equipe de Sinha, são raros.O estudo contou com 103 adultos de 18 a 48 anos. Os voluntários foram entrevistados pela equipe e também tiveram o cérebro escaneado em exames de ressonância magnética.Infelizmente, os pesquisadores não tinham o número suficiente de mulheres participando do estudo para concluir se elas, ou eles, sofrem mais com o encolhimento do cérebro decorrente do estresse.Para Sinha, quanto melhor as pessoas lidarem com situações de estresse, menor será o impacto para o cérebro.
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José Lucas Pinheiro de Azevedo
Fisioterapeuta | Osteopatia
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